Project Description

coroas ceramicas clinica hugo madeira
coroas ceramicas clinica hugo madeira
coroas-ceramicas-clinica-hugo-madeira

Neste caso clínico, o paciente apresentava desgaste dentário generalizado superior e inferior com diminuição do terço inferior da face, ou seja a distância entre a base do nariz e o mento (proeminência do queixo).

Quando esta distância se encontra diminuída existe uma perda da dimensão vertical de oclusão (DVO), que é resultado de um desequilíbrio oclusal, onde não apenas a perda dos dentes pode ser o fator responsável, como também as parafunções como o bruxismo (ranger de dentes ou apartamento dentário).

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Neste caso clínico, o paciente apresentava desgaste dentário generalizado superior e inferior com diminuição do terço inferior da face, ou seja a distância entre a base do nariz e o mento (proeminência do queixo).

Quando esta distância se encontra diminuída existe uma perda da dimensão vertical de oclusão (DVO), que é resultado de um desequilíbrio oclusal, onde não apenas a perda dos dentes pode ser o fator responsável, como também as parafunções como o bruxismo (ranger de dentes ou apartamento dentário).

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O restabelecimento da relação entre maxilares é fundamental para que uma adequada reabilitação oral seja executada, devolvendo, assim, a estética e a função perdidas. (Katsuyoshi Mukai M. et al., 2010; Dietschi D. et al., 2011; Calamita et al., 2019)

Neste caso existe uma situação de acentuada perda de DVO, apesar de todos os dentes estarem presentes, acompanhando-se de fadiga muscular. Após se determinar a correcta posição do maxilar inferior, constatou-se a medida exacta da DVO ideal para o paciente, restabelecendo-se com uma reabilitação superior com facetas nos dentes anteriores (canino a canino), facetas/overlays (veneerlays) nos pré-molares e overlays nos molares.

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O restabelecimento da relação entre maxilares é fundamental para que uma adequada reabilitação oral seja executada, devolvendo, assim, a estética e a função perdidas. (Katsuyoshi Mukai M. et al., 2010; Dietschi D. et al., 2011; Calamita et al., 2019)

Neste caso existe uma situação de acentuada perda de DVO, apesar de todos os dentes estarem presentes, acompanhando-se de fadiga muscular. Após se determinar a correcta posição do maxilar inferior, constatou-se a medida exacta da DVO ideal para o paciente, restabelecendo-se com uma reabilitação superior com facetas nos dentes anteriores (canino a canino), facetas/overlays (veneerlays) nos pré-molares e overlays nos molares.

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Tratamento executado

Reabilitação superior:

.Facetas em cerâmica feldspática fresada nos dentes anteriores (canino a canino)

.Facetas/Overlays (Veneerlays) em cerâmica feldspática fresada nos pré-molares

.Overlays em cerâmica dissilicato de lítio nos molares

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Tratamento executado

Reabilitação superior:

.Facetas em cerâmica feldspática fresada nos dentes anteriores (canino a canino)

.Facetas/Overlays (Veneerlays) em cerâmica feldspática fresada nos pré-molares

.Overlays em cerâmica dissilicato de lítio nos molares

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Fases do tratamento

1.Consulta de Avaliação/Diagnóstico: Exames auxiliares de diagnóstico que incluem radiografias, protocolo fotográfico e scan intra-oral, diagnóstico e escolha do tratamento

2. Consulta de Higiene Oral

3. Tratamentos restauradores: foram realizadas restaurações em vários dentes previamente à preparação para facetas

4. Desenho digital dos dentes com anatomia e estética ideal para o paciente baseado no registo fotográfico e na realização do scan-intraoral

5. Mock-up: simulação do sorriso ideal e indivualizado para o paciente (maquete teste do sorriso). É uma ferramenta de comunicação extremamente útil para o paciente e o médico dentista porque simula o resultado final

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Fases do tratamento

1.Consulta de Avaliação/Diagnóstico: Exames auxiliares de diagnóstico que incluem radiografias, protocolo fotográfico e scan intra-oral, diagnóstico e escolha do tratamento

2. Consulta de Higiene Oral

3. Tratamentos restauradores: foram realizadas restaurações em vários dentes previamente à preparação para facetas

4. Desenho digital dos dentes com anatomia e estética ideal para o paciente baseado no registo fotográfico e na realização do scan-intraoral

5. Mock-up: simulação do sorriso ideal e indivualizado para o paciente (maquete teste do sorriso). É uma ferramenta de comunicação extremamente útil para o paciente e o médico dentista porque simula o resultado final

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facetas clinica hugo madeira

6. Preparação dentária: Apesar de minimamente invasivo, foi necessário fazer um ligeiro desgaste na superfície externa dos dentes no tratamento com facetas, para que a adaptação seja a melhor possível e para que o resultado final seja o mais harmonioso possível. Após os dentes se encontrarem preparados, procede-se à impressão digital e/ou convencional do caso. Após estes passos, procede-se à colocação do trabalho provisório. Nesta fase os dentes ficam unidos e são necessários alguns cuidados na alimentação, como evitar alimentos muito duros, crocantes e que provoquem pigmentação.

7. Prova do trabalho: É nesta etapa que se verifica a adaptação de todas as peças sobre os preparos dentários.

8. Adesão/Cimentação: Esta consulta consistiu na adesão do trabalho final. Foi administrada anestesia local, seguindo-se a remoção do material provisório. Todos os passos desta consulta requerem um detalhe exímio e atenção extremas.

9. Controlo após 1/2 semanas

Tempo total de tratamento:

É cada vez mais importante diagnosticar sinais precoces de desgaste dos dentes, para que sejam tomadas medidas preventivas e, se necessário, restauradoras adequadas.

Geralmente o tratamento inicia-se com uma avaliação clínica abrangente e um desenho digital do sorriso, transposto depois para a boca (mock-up) de forma a restabelecer a correcta posição dos dentes, um plano oclusal adequado, bem como uma linha de sorriso em harmonia com os lábios e a face. (Dietschi D. et al., 2011; Calamita et al., 2019)

Relembrar que uma abordagem minimamente invasiva com adesão ao esmalte deve ser aplicada sempre que possível, a seleção adequada do material restaurador é fundamental para obter o melhor resultado e, ao mesmo tempo, preservar o máximo possível da estrutura natural do dente, aumentando a sua longevidade. (Magne P. et al, 2013; Scopin de Andrade et. al, 2011; Munck J et al., 2005)

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Equipa médica do caso clínico

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6. Preparação dentária: Apesar de minimamente invasivo, foi necessário fazer um ligeiro desgaste na superfície externa dos dentes no tratamento com facetas, para que a adaptação seja a melhor possível e para que o resultado final seja o mais harmonioso possível. Após os dentes se encontrarem preparados, procede-se à impressão digital e/ou convencional do caso. Após estes passos, procede-se à colocação do trabalho provisório. Nesta fase os dentes ficam unidos e são necessários alguns cuidados na alimentação, como evitar alimentos muito duros, crocantes e que provoquem pigmentação.

7. Prova do trabalho: É nesta etapa que se verifica a adaptação de todas as peças sobre os preparos dentários.

8. Adesão/Cimentação: Esta consulta consistiu na adesão do trabalho final. Foi administrada anestesia local, seguindo-se a remoção do material provisório. Todos os passos desta consulta requerem um detalhe exímio e atenção extremas.

9. Controlo após 1/2 semanas

Tempo total de tratamento:

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É cada vez mais importante diagnosticar sinais precoces de desgaste dos dentes, para que sejam tomadas medidas preventivas e, se necessário, restauradoras adequadas.

Geralmente o tratamento inicia-se com uma avaliação clínica abrangente e um desenho digital do sorriso, transposto depois para a boca (mock-up) de forma a restabelecer a correcta posição dos dentes, um plano oclusal adequado, bem como uma linha de sorriso em harmonia com os lábios e a face. (Dietschi D. et al., 2011; Calamita et al., 2019)

Relembrar que uma abordagem minimamente invasiva com adesão ao esmalte deve ser aplicada sempre que possível, a seleção adequada do material restaurador é fundamental para obter o melhor resultado e, ao mesmo tempo, preservar o máximo possível da estrutura natural do dente, aumentando a sua longevidade. (Magne P. et al, 2013; Scopin de Andrade et. al, 2011; Munck J et al., 2005)

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Equipa médica do caso clínico