Project Description

protese fixa clinica hugo madeira

A Doença Periodontal é uma infecção causada por microorganismos contidos na placa/biofilme dentário. São conhecidos vários procedimentos relacionados com o controlo dessa placa bacteriana, que podem prevenir ou controlar a doença. No entanto, existem fatores de risco que podem modificá-la, aumentando a sua prevalência e severidade (Czarnecki APF e cols, 2010). Segundo evidências bem documentadas, o tabagismo é um importante fator de risco (Albandar JM, 2002), tendo sido, ao longo do tempo, amplamente estudada a relação entre o hábito de fumar e a condição periodontal.

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A Doença Periodontal é uma infecção causada por microorganismos contidos na placa/biofilme dentário. São conhecidos vários procedimentos relacionados com o controlo dessa placa bacteriana, que podem prevenir ou controlar a doença. No entanto, existem fatores de risco que podem modificá-la, aumentando a sua prevalência e severidade (Czarnecki APF e cols, 2010). Segundo evidências bem documentadas, o tabagismo é um importante fator de risco (Albandar JM, 2002), tendo sido, ao longo do tempo, amplamente estudada a relação entre o hábito de fumar e a condição periodontal.

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Alguns estudos verificaram que os fumadores têm 2, 5 ou 6 vezes mais probabilidade de desenvolver doença periodontal do que não fumadores (Barbour SE e cols, 1997). Os malefícios causados pelo tabaco devem-se à presença de nicotina e ao monóxido de carbono (Czarnecki APF e cols, 2010). Neste caso clínico, o paciente apresentava uma Periodontite Crónica e fumava 2 a 3 maços de cigarros por dia. Melhorar a estética/harmonia, saúde e função do seu sorriso, eram os seus maiores objectivos.

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Alguns estudos verificaram que os fumadores têm 2, 5 ou 6 vezes mais probabilidade de desenvolver doença periodontal do que não fumadores (Barbour SE e cols, 1997). Os malefícios causados pelo tabaco devem-se à presença de nicotina e ao monóxido de carbono (Czarnecki APF e cols, 2010). Neste caso clínico, o paciente apresentava uma Periodontite Crónica e fumava 2 a 3 maços de cigarros por dia. Melhorar a estética/harmonia, saúde e função do seu sorriso, eram os seus maiores objectivos.

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Tratamento executado:

O tratamento da doença periodontal em fumadores pode ser cirúrgico ou não cirúrgico (Stavropoulos A e cols, 2001; Nassrawin NA e cols, 2010). No presente caso clínico, todos os dentes apresentavam grande mobilidade, tendo sido realizada, numa primeira fase, o controlo periodontal e recomendada a consulta de cessação tabágica.Posteriormente, o plano passou pela colocação de implantes imediatos após extracção (protocolo conhecido como “Dentes em 1 dia” ou “Carga Imediata”), evitando a necessidade do uso de uma prótese provisória removível durante o período de cicatrização (Esposito e cols, 2010; Drago e Lazzara, 2006; Amorfini e cols, 2011; Mozzati e cols, 2012). Assim, após uma Higiene Oral para remoção de tártaro supragengival e eliminação de possíveis focos de infecção, procedeu-se à extracção dentária e à colocação imediata de 6 implantes superiores (maxilares), 5 implantes inferiores (mandibulares) e duas Próteses Fixas Provisórias Acrílicas. É preciso reforçar que o paciente foi informado e alertado para a sua responsabilidade tanto a nível de higiene oral como ao seu vício tabágico. A mudança dos seus hábitos era essencial para o sucesso do plano de tratamento.

Passados 6 meses da colocação as próteses provisórias, realizaram-se por fim, as próteses definitivas.

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Tratamento executado:

O tratamento da doença periodontal em fumadores pode ser cirúrgico ou não cirúrgico (Stavropoulos A e cols, 2001; Nassrawin NA e cols, 2010). No presente caso clínico, todos os dentes apresentavam grande mobilidade, tendo sido realizada, numa primeira fase, o controlo periodontal e recomendada a consulta de cessação tabágica. Posteriormente, o plano passou pela colocação de implantes imediatos após extracção (protocolo conhecido como “Dentes em 1 dia” ou “Carga Imediata”), evitando a necessidade do uso de uma prótese provisória removível durante o período de cicatrização (Esposito e cols, 2010; Drago e Lazzara, 2006; Amorfini e cols, 2011; Mozzati e cols, 2012). Assim, após uma Higiene Oral para remoção de tártaro supragengival e eliminação de possíveis focos de infecção, procedeu-se à extracção dentária e à colocação imediata de 6 implantes superiores (maxilares), 5 implantes inferiores (mandibulares) e duas Próteses Fixas Provisórias Acrílicas. É preciso reforçar que o paciente foi informado e alertado para a sua responsabilidade tanto a nível de higiene oral como ao seu vício tabágico. A mudança dos seus hábitos era essencial para o sucesso do plano de tratamento.

Passados 6 meses da colocação as próteses provisórias, realizaram-se por fim, as próteses definitivas.

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Fases do tratamento

1.Consulta de Avaliação/Diagnóstico: Exames auxiliares de diagnóstico que incluem radiografias (ortopantomografia e TAC), protocolo fotográfico, diagnóstico e escolha do tratamento;

2.Consulta de Higiene Oral;

3.Consulta de Preparação para cirurgia: realização do scan intra-oral para planeamento prévio virtual da cirurgia;

4.Cirurgia de Carga Imediata / Dentes em 1 dia: Extracção dentária, colocação imediata de 6 implantes superiores (maxilares), 5 implantes inferiores (mandibulares) com guia cirúrgica;

5.Consulta de Prova de Dentes: Nesta fase foram avaliados parâmetros estéticos e funcionais de acordo com a face, lábios e outras estruturas adjacentes, de modo a minimizar erros na confecção das próteses;

6.Colocação das Próteses Provisórias Fixas e Ajustes: após a colocação das próteses, é necessário verificar a oclusão e realizar ajustes em caso de necessidade;

Nota: Consulta 4, 5 e 6 foram realizadas no mesmo dia

Após 6 meses, com controlos de higiene oral recorrentes, foi feito o planeamento para a colocação das próteses definitivas.

Tempo total de tratamento:

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O tabagismo é um fator de risco para a saúde oral, e aliado às questões genéticas e à supressão do sistema imunológico do indivíduo, o tabaco poderá aumentar a prevalência e a progressão da doença periodontal (Bernardes VS e cols, 2013). Por outro lado, o tabagismo não é um critério absoluto de contra-indicação na colocação de implantes. Existem evidências que indicam benefícios para a osteointegração dos implantes, no período de cicatrização, quando o paciente segue um protocolo de suspensão do fumo antes e depois da cirurgia (Zaparoli AC e cols, 2013). Este caso clínico é um desses casos de sucesso e é de realçar, que o paciente teve um comprometimento com o plano de tratamento exímio.

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Fases do tratamento

1.Consulta de Avaliação/Diagnóstico: Exames auxiliares de diagnóstico que incluem radiografias (ortopantomografia e TAC), protocolo fotográfico, diagnóstico e escolha do tratamento;

2.Consulta de Higiene Oral;

3.Consulta de Preparação para cirurgia: realização do scan intra-oral para planeamento prévio virtual da cirurgia;

4.Cirurgia de Carga Imediata / Dentes em 1 dia: Extracção dentária, colocação imediata de 6 implantes superiores (maxilares), 5 implantes inferiores (mandibulares) com guia cirúrgica;

5.Consulta de Prova de Dentes: Nesta fase foram avaliados parâmetros estéticos e funcionais de acordo com a face, lábios e outras estruturas adjacentes, de modo a minimizar erros na confecção das próteses;

6.Colocação das Próteses Provisórias Fixas e Ajustes: após a colocação das próteses, é necessário verificar a oclusão e realizar ajustes em caso de necessidade;

Nota: Consulta 4, 5 e 6 foram realizadas no mesmo dia

Após 6 meses, com controlos de higiene oral recorrentes, foi feito o planeamento para a colocação das próteses definitivas.

Tempo total de tratamento:

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O tabagismo é um fator de risco para a saúde oral, e aliado às questões genéticas e à supressão do sistema imunológico do indivíduo, o tabaco poderá aumentar a prevalência e a progressão da doença periodontal (Bernardes VS e cols, 2013). Por outro lado, o tabagismo não é um critério absoluto de contra-indicação na colocação de implantes. Existem evidências que indicam benefícios para a osteointegração dos implantes, no período de cicatrização, quando o paciente segue um protocolo de suspensão do fumo antes e depois da cirurgia (Zaparoli AC e cols, 2013). Este caso clínico é um desses casos de sucesso e é de realçar, que o paciente teve um comprometimento com o plano de tratamento exímio.

Equipa médica do caso clínico

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